
Vamos aprender?
A oferta de formação da BA&N Learning tem como missão preparar líderes para a exigente missão de comunicar e endereçar de forma assertiva as diversas audiências. Nos nossos programas desenvolvemos ferramentas práticas que lhes permitam comunicar com intenção, gerir contextos exigentes com segurança e transformar cada intervenção pública numa oportunidade de reforçar credibilidade e impacto.
Comunicação política
Num contexto político cada vez mais exigente, marcado por maior escrutínio público, ciclos mediáticos rápidos e cidadãos mais informados e participativos, a comunicação tornou-se uma das competências centrais da liderança. Um responsável político não comunica apenas decisões - comunica visão, proximidade, responsabilidade e confiança. Cada intervenção pública, cada reunião e cada mensagem institucional contribui para moldar a percepção de credibilidade e eficácia do executivo.
O programa Comunicar Para Liderar: Estratégias Práticas, desenvolvido em seis módulos, está desenhado para se ajustar à realidade política, oferecendo ferramentas concretas para melhorar a comunicação pública, estruturar mensagens estratégicas, gerir momentos sensíveis e reforçar a autoridade institucional com autenticidade e proximidade. Porque liderar é comunicar todos os dias - com impacto direto na vida das pessoas.
Comunicação com os media
Dirigida por uma equipa profissional com vasta experiência, tanto na vertente prática como académica/docência, a formação em media training desenvolvida pela BA&N Learning baseia-se num corpo teórico sólido, alicerçado na atividade académica e formativa dos formadores, e no treino intensivo de técnicas e soluções que permitam o fortalecimento da autoestima e a eficácia da exposição do pensamento em situações normais ou de tensão.
A formação em media training visa ajudar os formandos a expor com precisão, clareza e eficácia as suas ideias nas mais diversas circunstâncias face aos meios de comunicação social ou sempre que tenham necessidade de comunicar em público. Permite desenvolver e aperfeiçoar competências específicas na relação com as diferentes audiências. Ajudar os nossos formandos a conhecer, ganhar familiaridade e ser capaz de agir com eficácia, no plano formal e de conteúdo, nas relações com os diferentes públicos-alvo e também com os jornalistas, é o propósito do nosso programa.
Os nossos programas
Têm como objetivo dotar os líderes de ferramentas práticas para conuncar com eficácia e intenção estratégica. Porque:
- Liderar é comunicar (todos os dias)
- O impacto depende da clareza e consistência
- A credibilidade constrói-se com coerência
- Expectativas mal geridas destroem valor
Metodologia
A nossa metodologia assenta numa abordagem prática e aplicada a casos reais, através de simulações e de ferramentas acionáveis e assentes numa reflexão estratégica individual.
Resultados
É expectável, comprovado por centenas de porgramas desenvolvidos nas últimas décadas, que os nossos formandos esteja capacitados para uma comuncação mais estratégica, num exercício de uma liderança maisinfluente, equipas mais alinhadas e resultados mais consistentes. Porque comunicar bem não é um talento, é uma campetência estratégica.
A equipa
A BA&N Learning possui uma equipa especializada em comunicação, nomeadamente corporativa, financeira e política, com experiência de formação mas igualmente prática, nomeadamente na gestão de situações complexas sejam elas políticas, corporativas ou desportivas.
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João Gabriel
Head of BA&N Learning Center
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Nascido em Outubro 1965, frequentou a Faculdade de Direito de Lisboa. Com o surgimento da TSF-Rádio Jornal, deixa-se seduzir pelo jornalismo e é na telefonia sem fios, fundada por Emídio Rangel, que iria viver alguns dos momentos mais marcantes da sua vida profissional. A Faculdade perdeu perante a sedução de um projecto pioneiro em Portugal.
Foi o primeiro jornalista ocidental a entrar, de forma clandestina, em Timor-Leste, depois do massacre de Santa Cruz, em 1991.
Foi dos primeiros repórteres a envolver-se na guerra dos Balcãs, onde andou à aventura nos vários centros da crise, testemunhando o princípio do fim da velha Jugoslávia de Tito.
Ganhou, em 1992, o prémio Gazeta de Jornalismo, com um trabalho inédito sobre a guerrilha peruana, Sendero Luminoso, e dias agitados de um país mergulhado na ditadura constitucional de Fujimori.
Viveu os primeiros anos da SIC, onde assina mais uma reportagem premiada: “As superstições no futebol”. Produz na TVI, em 1994, oito biografias políticas, entre as quais merece destaque o documentário dedicado a Álvaro Cunhal.
Em 1995 abandona o jornalismo para participar na primeira campanha eleitoral de Jorge Sampaio à Presidência da República. O convite para colaborar com Sampaio como seu assessor de imprensa surge após a vitória. Foram dez anos na primeira linha da vida política portuguesa.
Em Belém testemunhou alguns dos momentos mais duros e densos da governação do país nesses anos, desde o abandono de António Guterres, até a ida de Durão Barroso para a Presidência da Comissão Europeia, à sucessão de Santana Lopes e a posterior dissolução da Assembleia da República. Desses anos ficou o registo escrito em livro: “Confidencial, a década de Sampaio em Belém”.
Depois da política surgiu o convite, em 2006, para a Amorim Turismo onde reestrutura toda a estrutura de comunicação do Grupo, de onde sai dois anos (2008) mais tarde a convite do Sport Lisboa e Benfica para implementar, de igual forma, a agilização, coordenação e direcção do departamento de comunicação, de onde sai em 2016. Desde então escreveu um manual pratico de comunicação – “Mantenham-se loucos e famintos”, a famosa frase com que Steve Jobs encerrou o seu discurso inspirador na Universidade de Stanford em 2005 - foi responsável pela gestão da comunicação do Comité de Candidatura de Portugal, Espanha e Marrocos ao Mundial 2030, por algumas campanhas eleitorais, tendo assumido a formação de vários quadros na área da comunicação e media training.